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Nosso amigo de Vila Velha/ES, Paulo Roberto (cabral@tropical.com.br),
nos enviou uma série de transfotos obtidas através da filmagem
de um aparelho de televisão ligado num canal vazio, e depois pacientemente
pesquisado quadro-a-quadro. Com este método simples, ele já
captou um sem-número de entidades e paisagens, tendo seu trabalho
sido reconhecido no exterior com a publicação de várias
transfotos. Pois bem, entre elas veio a nossa Julinha.
Com
uma nitidez extraordinária, percebemos detalhes capazes de autenticar
a personagem em foco. Convidamos o leitor a viajar conosco pela transfoto,
encontrada facilmente em nossos sites.
Compare
os rostos de Julinha na Terra e em Marduk. É
a mesma pessoa, com o mesmo olhar de bondade. Na fronte de Julinha (transfoto),
vemos uma coloração avermelhada, o que deve corresponder
ao chakra frontal (terceiro olho). Na Terra, todos temos esses vórtices
coloridos, anteriormente privilégio para os videntes, mas hoje
registráveis em máquinas à disposição
nos shoppings.
Um
clarão envolve a cabeça de Julinha na transfoto, novamente
denotando a sua límpida aura e o brilho do chakra coronário.
Isto pode ser observado em todas as criaturas vivas, com maior ou menor
intensidade. Mas agora observe a nitidez das mãos. A direita segura
um terço, alguns objetos que ainda não identificamos (flores,
um passarinho...?) e um nítido esquadro de plástico, capaz
de clarear a cor por trás do triângulo.
Na
mão esquerda é que está o objeto capaz de identificá-la.
Pois é uma cópia exata de um objeto de madeira que o Lázaro
possui e o coloca ao lado de S. Francisco (uma verdadeira obra de arte
esculpida pela D. Lurdes, de L. Seca, Paraíba), pedindo que nunca
falte nada no seu lar. Agora mesmo, enquanto escrevemos, estes objetos
estão aqui ao lado do nosso computador. Já tínhamos
notícia de réplicas materializadas instantaneamente no Além
(vide o polêmico caso do templo jainista onde se hospedou Jules
Verne, ou a máquina de escrever do Sr. Albert, pai de Mrs. Maggy
Harsch, de Luxemburgo). Este objeto, maior do que o original, contém
(transfoto) maçãs e outras coisas que não identificamos.
Será uma alusão ao alimento que jamais nos faltará?
Pois
bem, é a Julinha, mesmo! E agora? Que mais podemos aprender com
a riquíssima transfoto colorida?
Trata-se
de uma foto posada. Evidentemente o fotógrafo estudou com ela uma
série de detalhes para enriquecer a peça. Não podemos
distinguir se ela está num estúdio ou ao ar livre. A iluminação
amarelada, bem como a sombra à direita, nos parecem distorções
do aparelho de TV, que "estourou" a luz ambiente, ou a aura
de Julinha.
Confirma-se
que há frutas em Marduk. Como foram colhidas, é claro que
serão comidas (ao natural ou modificadas). A parecença com
as maçãs terrenas (uma das suas frutas favoritas) nos mostra
que há mais semelhanças entre o Céu e a Terra do
que sonha nossa vã filosofia.
A
presença do esquadro, fora as centenas de leituras (Maçonaria,
alusão à tarefa que Julinha realizava na feitura de roupas
para crianças carentes da escola mantida pelo Instituto Espírita
Joanna de Ângelis...), pelo menos nos mostra que é feito
de material transparente (como o plástico), capaz de mudar a cor
por trás do triângulo. É bem físico, portanto.
Só em observar a transfoto, temos diversas texturas e objetos diferenciados
molecularmente. O tecido da roupa que Julinha usa, a madeira do objeto
na sua mão esquerda, o metal do terço na mão direita
(observe a perfeição do crucifixo), as maçãs,
o esquadro, são todos feitos de material completamente diferente.
NÃO SÃO FEITOS DE AR, NÃO SÃO FRUTOS DA IMAGINAÇÃO.
A
ocasião escolhida para o envio da transfoto é particularmente
importante para o Lázaro, pois isto aconteceu no dia 20 de Abril
de 1999, aniversário do sepultamento do seu pai João. A
transfoto passou a ser um presente precioso para ele, e também
para todos nós. É uma prova de que não só
é imortal a alma, como o amor de mãe.
Fotos
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Julinha
em Marduk
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Julinha
na Terra
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